Bem Vindos!!!

Obaaaaa!!! Estamos de férias e queremos compartilhar com vocês, queridos familiares e amigos, nossa aventura no inverno europeu. Curtam nossas fotos, vídeos, comentários, dicas... nossas mancadas (!!!). Enfim, viajem conosco. Beijos.

14/03/2011

Ti-ti-ti em Paris

Gente, essa não posso esperar para contar. Vou aproveitar enquanto a protagonista da história está no banho e não pode me impedir.
Estamos nós em Notre Dame e eu pergunto a Iana se ela prefere ir à Galeria Lafayete ou à avenida da moda; ela manda de lá: "Na Champs LeClair, dinda?" kkkkk... "Não, Nana, eu estou falando da Champs Valentin". Só aí ela se tocou da piada involuntária e caiu na risada também.
Aproveitem a última chance de ver a avenida com o nome original.



Resta saber se Sarkozy e, principalmente, Carla Bruni vão aprovar.
Beijos.

Uma segunda-feira qualquer em Paris...

Ah! Segunda-feira, nada para fazer... vamos ao Museu do Louvre! Coisa chaaaaaata!!!!
Como estava no trânsito na Paralela, Iguatemi, Lucaia? kkkkk....
Acordamos cedo, fizemos postagens (que ninguém comentou) e seguimos para o Louvre. Gente, só o prédio do museu já vale a visita. Lindo! É melhor ver as fotos.
Ah! O dia amanheceu bonito, com sol. No início da tarde pensei que estava em Salvador, pois até calor senti. Então, fomos caminhar ao longo do Rio Sena para refrescar. Coisa chaaaaaaata!!!
Fotos, fotos, fotos...

Essa é a pirâmide interna, no piso subsolo. Iana passou duas horas tentando enxergar a linha rosa de Robert Langdon (do livro Código da Vinci, para quem não entendeu).
Aula da professora Iana: a "linha rosa" é o Meridiano de Paris, que é marcada pelos medalhões Arago. No livro O Código da Vinci, ele é citado como o primeiro meridiano do mundo, já que até Greenwich ser estabelecido, em 1884, ele era usado para marcar as distâncias geográficas.

Bem, voltando à pirâmide, tentei segurar para ela não cair e quebrar a ponta.
Dedos de She-Ra.




Ah! Os romanos... sempre volto a eles.

Nome da escultura: As Pereirinhas.


Nome da escultura: Suicídio Justificado. 
Por motivos de diferentes vetos, não podemos explicar os nomes das esculturas para quem não entendeu. kkkkk...



Até com o mapa do Louvre ela já fez amizade!!!


Com um pente desse, quem não se penteia?!


Princesa devidamente coroada.



A pirâmide externa vista de dentro do museu.



Qual sorriso vale mais: este ou o da Monalisa?


Que nome mais sugestivo para aquela obra gigantesca... Mas, na verdade, informo aos bêbados de plantão, seja de Heineken, Stella Artois ou Sandy Devassa, que a tradução é As Nupcias de Canaã. Bem sacro!


Corredor da famosa Grande Galeria do Louvre.


Uma pessoa que é amiga de Tolstói lê até no sofá da Grande Galeria.

A pirâmide ainda do lado de dentro.



Como chegamos de metrô (o que pegamos pára dentro do museu), vimos a parte de fora por último.

A pirâmide é tão leve que podemos pendurá-la em um dedo.

Agora, um passeio ao longo do Sena para resfrescar do calor de 13º; afinal, já nos acostumamos com a linha do 0º.


Hora de visitar Quasímodo na Catedral de Notre Dame...

Galera, pensa num lugar lindo: essa catedral. Amamos.
Fiquei o tempo todo pensando no filme de desenho animado; Nana esperando as gárgolas ganharem vida e voarem sobre nossas cabeças! rsrs

Dia cultural e lindo esse! (até encararmos o metrô para a Galeria Lafayete, já comentado)
Beijos.

Especial para Bidu

Bidu, meu amor, quando olhei para o céu e vi esse dirigível sobrevoando o Museu do Louvre, só lembrei de você.
Beijo, meu Bidu mais aeronáutico!!!!




PS: Iana disse que não era avião, mas eu falei que qualquer coisa que voa lhe interessa. kkkk...

Os novos amigos de Iana

Nana faz questão de mostrar a todos os seus novos melhores amigos: os mapas do metrô de Paris. É o mesmo mapa, mas cada um tem informações diferentes, ou seja, um mais fácil que o outro.
Hoje, simplesmente não conseguíamos encontrar uma estação para ir da Catedral de Notre Dame para a Galeria Lafayete. Pedimos ajuda a um motoboy francês; ele mesmo estava meio confuso. Quando mostrei o lugar que, segundo o mapa, deveria estar a estação, mas não estava, ele disse: "bem vinda a Paris". Segundo ele, realmente, o metrô é confuso. Olhe que o cara é francês, imagina o tamanho do ego!!!



Olhando assim, parece fácil, mas, misturando com o mapa completo da cidade...
As estações podem estar algumas ruas adiante do que aparecem no mapa; além disso, desça as escadas e caminhe quilômetros no subsolo até achar o trem!!!
Até agora, Lisboa teve o metrô mais limpo e com as melhores estações. (odeio dizer isso, mas...) Também, pára por aí. Só depois da terapia, quando eu superar quase 500 anos de história para poder elogiar mais. Pior que os portuga passaram mais de 4 séculos roubando o Brasil e não conseguiram ficar ricos; estão na fila para ser a próxima bancarrota européia.
Enfim, traumas históricos à parte... vamos à foto.



Iana agora é a rainha dos mapas. Está fera em se localizar na Europa, cheia de teorias sobre a organização de cada cidade, de cada metrô. Só vendo!!!!
Beijos.

Domingo em Paris

Ah! Que coisa chata: passar um domingo em Paris. Quanta falta de opção...
Morram de inveja: enquanto vocês riam com as cassetadas do Faustão (que depois da bariátrica só tem cabeça e relógio), nós tomávamos um vinho na Champs Élysèes.
O dia começou lento, com a ressaca da farra de sábado. Depois de um chocolate quente com croissant em uma boulangerie (boutique de pães, para quem não entendeu; padaria, se fosse no Brasil), seguimos direto para La Defènse, a parte nova-iorquina de Paris, com prédios modernos, altos, espelhados e o Arco do Triunfo do 3º milênio.

Arco do Triunfo da Era de Aquárius!
O zoom da máquina nos leva ao Arco original, alguns quilômetros à frente, no fim da rua. (váááários quilômetros, mas o zoom da máquina é poderoso!)

Os prédios...

... e nós na praça.

Nana achou mais um sapinho para homenagear a mamãe dela.

Em seguida, descemos para a Torre. Ah! A Torre!
Em cima dela, descobrimos a que distância estamos...

No topo da Torre...

Os metidos que estavam conosco decidiram brindar com champagne no topo.


Agora, juntinho do Arco tradicional.


E a hora do comentado vinho na avenida comentada pelo mundo todo. Depois, comprinhas básicas: Sephora, claro! Se não é Iana e Arthur para controlar Carla e eu a Sephora se mudaria para Salvador, ou, pelo menos, o estoque da filial que entramos.


A noite foi mais light, num restaurante maravilhoso de comida internacional na vizinhança do hotel.
Gente, pausa para falar do metrô. Feio, velho, sujo e CONFUSO. Você quer fazer uma caminhada básica? Use o metrô de Paris. A gente caminha quase até o destino para chegar da entrada ao trem, ou do trem à saída. Sobe e desce escada. Parece brincadeira ou exagero, mas não é. Estamos chocadas. Além disso, precisa guardar o ticket para fazer troca de linha, senão paga de novo, tem estação que você só pode entrar se já tiver ticket, porque não tem onde comprar. As estações "na vida real" não são exatamente onde constam no mapa da cidade. Enfim... o metrô de Paris é uma viagem... terrível viagem.

PS: Iana está ali na cama com o controle remoto na mão e dizendo: "porra dessa televisão que só passa tudo em francês" kkkkkkk... Acabou de passar Central do Brasil, em francês, claro.

Beijos.