Gente, temos uma história engraçada e ridícula para contar.
Ontem, na Casa da Anne Frank, estávamos tranquilamente passeando pelo museu e devorando todas as informações, fotos e tudo mais. De repente, entrei numa sala e vi um rosto conhecido falando português, achei que era de Salvador, mas não lembrei quem era e segui. Logo depois, Iana encostou e perguntou: "Dinda, aquela é a Isabel da novela Viver a Vida?". "Ah! Isso mesmo." (tão famosa que a gente nem lembra o nome)
Seguimos normalmente. Três salas depois, ela estava explicando ao rapaz que a acompanhava umas coisas sobre a parede e as fotos. Como uma matraca, ia lendo e traduzindo para ele. Eu fui explicar algo a Iana e, como a sala era pequena (estávamos no esconderijo deles durante a guerra) ela ouviu o som do português, cochichou com o rapaz e saiu correndo da sala, literalmente. Detalhe que ela deve ter ficado um bom tempo parada para atrasar o circuito dela, porque nós estávamos tão encantadas que não perdíamos um escrito, um vídeo, uma foto, nada. No final, passeamos pela loja do museu, onde encontramos o livro em "brasilian", já mostrado ontem (massa!!!) e ela passou voando, direto para a saída sem comprar nenhum souvenir.
Coitada da moça! Será que ela pensa que já virou Fernanda Montenegro? kkkkkkk...
Depois do veneno... Beijoooooooos.
PS: estamos aguardando para embarcar para Bruxelas daqui a pouco. Hoje a manhã foi de arrumar malas e visitar o mercado local, perto do hotel.
